5 de junho de 2010, Dia Mundial do Meio Ambiente

Categoria(s): Eco-Comportamento, Política Ambiental

Hoje, 5 de junho é o Dia Mundial do Meio Ambiente, (World Environment Day – WED, em inglês) e é celebrado desde 1972. Momento global de reflexão:

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Carne Legal, apoie esta ideia!

Categoria(s): Eco-Comportamento, Política Ambiental

 Hum!!! Uma carne suculenta  feita na hora  na churrasqueira em um domingo ensolarado. Quer coisa melhor?  O problema é que a carne suculenta que comemos tão prazerosamente pode ter vindo de um boi sustentado por um pasto formado por desmatamento de florestas.

O que fazem? Derrubam as florestas para criar gado. O problema é que as árvores da floresta são responsáveis pelo sequestro de carbono e, ao fazer isso, reduzem o índice de emissão de dióxido de carbono na atmosfera impedindo que a temperatura terrestre aumente garantindo a sobrevivência de todos os seres vivos.

Vamos deixar então de comer carne!!

Seria muito bom, mas evitemos os extremos. Continuemos a comer nossa carninha, porém que ela seja legal, isto é, carne de boi cujo pasto não foi formado desmatando floresta.

O Ministério Público Federal está empenhado na campanha Carne Legal e pede para que nós consumidores solicitemos do supermercado, do açougue, da mercearia , enfim, de todo aquele que vende carne a origem da mesma. O consumidor precisa saber se está comendo uma carne que legal.

Saiba tudo sobre a Campanha clicando em Carne Legal

Quais os benefícios de comprar uma carne legal:

• Poder de escolha sobre o produto que consome, pois saberá a origem e as características da carne, tanto sociais quanto ambientais.

• Saber que não está contribuindo para o desmatamento da floresta, o trabalho escravo, a grilagem de terras e a lavagem de dinheiro.

• Com o rastreamento e a fiscalização, aumenta o controle sobre a qualidade da carne e diminuem os riscos de contaminação por bactérias e outras doenças, decorrentes do abate em precárias condições sanitárias em matadouros clandestinos.

Quais os benefícios de vender uma carne legal:

Evitar responsabilização pelo Ministério Público e Ibama, ou processos criminais e judiciais.

• Não ter sua imagem associada a crimes ambientais, lavagem de dinheiro, trabalho escravo ou grilagem de terras públicas, indígenas, de quilombolas e populações ribeirinhas.

• Conquistar a simpatia da sociedade ao mostrar preocupação com questões ambientais e sociais, o que trará, por consequência, o aumento das vendas.

Quais os benefícios para quem produz:

. Valorização dos produtores que realizam a atividade dentro das exigências previstas na legislação.

• A fiscalização envolverá tecnologias sofisticadas, com auditorias utilizando cruzamento de dados registrados nos órgãos ambientais estaduais e imagens da fazenda feitas por satélites. Quem desmatar será identificado pelas fotos de satélite e não poderá vender o gado para frigoríficos legalizados nem obter crédito.

• A regularização ambiental é um caminho para conseguir a regularização fundiária da propriedade, ambas fundamentais para a sobrevivência das fazendas de gado na Amazônia.

• Garantia de mercado, pois os frigoríficos estão proibidos de comprar gado do pecuarista que não se adequar ao TAC. Pelo Programa Boi Guardião, a propriedade apontada como fonte de desmatamento ilegal não receberá a Guia de Trânsito Animal (GTA) eletrônica, documento que é uma espécie de passaporte do gado e identifica os locais por onde os animais passam. Sem a GTA eletrônica, o produtor ficará fora do mercado.

• Garantia de crédito, pois fazendas com mais de 400 hectares só podem obter financiamento se tiverem registro no CAR, e a cada dia os bancos estão restringindo o crédito para quem não tem licença ambiental. O Banco Nacional de Desenvolvomento Econômico e Social (BNDES) já anunciou a ampliação das exigências socioambientais para o apoio à cadeia produtiva da pecuária bovina.

• Evitar responsabilização pelo Ministério Público e Ibama, ou processos criminais e judiciais.

• Após implantar o rastreamento do gado Sisbov (Serviço Brasileiro de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos), o produtor estará também habilitado a exportar para a União Européia.

 Quais os benefícios para o meio ambiente:

• Preservação da biodiversidade da floresta amazônica.

• Aumento da produtividade das áreas já desmatadas, pois, ao agregar tecnologia, é possível produzir entre quatro e cinco vezes mais do que se produz hoje, e sem a necessidade de se derrubarem novas árvores.

• Recuperação das áreas degradadas, porque, para obter a licença ambiental, quem desmatou além do permitido terá que replantar espécies nativas.

• Descontaminação de rios e melhoria da qualidade da água.

• Diminuição dos riscos de erosão por meio da recuperação das áreas degradadas.

• Melhoria de problemas climáticos ocasionados pelo desmatamento e pela degradação ambiental resultante da pecuária irregular, como falta ou excesso de chuvas, baixa umidade do ar, desertificação e efeito estufa.

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Como melhorar você!

Categoria(s): Comportamento, Eco-Comportamento

Por Profa.MS Sônia Maria Aranha R.de Andrade

Depois de décadas de individualismo parece que está havendo um movimento de retomada da vizinhança. Sabe aquela coisa de cumprimentar os vizinhos (Bom dia!), levar para ele um pão feito em casa ou uma limonada gelada nos dias de verão? Lembra disso?

Pois então, uma revista norte-americana Good lançou uma campanha com 12 itens para que cada um melhore o seu bairro. As sugestões vão desde realizar um jardim comunitário até fazer festa de rua.

Penso em terrenos baldios, espaços urbanos totalmente desperdiçados que dariam ótimas hortas comunitárias ou jardins comestíveis. Próximo da minha casa tem um. Às vezes passo em frente dele. Está lá, abandonado a própria sorte, esperando alguém para comprá-lo e transformá-lo em base de algum prédio. Fico imaginando como seria bacana se ele pudesse acolher uma grande horta que ofertasse para mim e meus vizinhos abobrinha, tomatinhos, couves, salsinhas e cebolinhas, hortelãs.

Cada dia da semana um de nós regaria, retiraria as ervas daninhas e cuidaria do solo do terreno e depois todos, sem distinção, poderiam colher as delícias. Seria bom, não acham?

Seria mesmo bom um pouco de delicadeza, um pouco de boa vizinhança, principalmente nas grandes cidades. Como quer a revista Good, não seria nada mal instituir o Dia do Vizinho , sempre no último domingo de Abril.

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Crédito de Carbono

Categoria(s): Ar

A Dra. Lucila Fernandes Lima é advogada e consultora em Direito Ambiental e Sustentabilidade, com pós-graduação em Direito Internacional do Meio Ambiente pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Especialista em Projetos de MDL e sua estruturação jurídica, coordena vários projetos de Responsabilidade Social e de Planejamento Estratégico Corporativo pela empresa ZHQ Meio Ambiente.

Nos vídeos abaixo a Dra. Lucila discorre sobre o meio ambiente, aquecimento global , sequestro de carbono e créditos de carbono. Assista, valerá a pena!

A Dra. Lucila também coordena cursos on-line, confira :

Contrato Internacional de Créditos de Carbono

Mecanismo de Desenvolvimento Limpo – Estruturação Jurídica de Projetos de MDL

Direito Ambiental e Responsabilidade por Danos Ambientais

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Isopor é reciclável

Categoria(s): Outros, Solo

O poliestireno expandido vulgarmente chamado de isopor, é totalmente reciclável. Algumas iniciativas neste sentido, tais como: a empresa Termotécnica e a Santa Luzia Molduras.

A Termotécnica faz desde lajes com isopor reciclável para a construção civil, até conservadoras térmicas, aquele isoporzinho que a galera leva com cerveja para a praia. Já a Santa Luzia Molduras faz molduras para quadros e acabamentos de isopor também para a construção civil.

Ambas as empresas empregam 100% de isopor reciclado como matéria prima de seus produtos.

Saiba mais sobre o isopor reciclável assistindo a reportagem abaixo:

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Jardim Vertical

Categoria(s): Solo

No momento atual o verde pede passagem. E deixemos que ele faça parte do nosso dia-a-dia mesmo que nosso espaço seja apertado e pendurado em algum arranha-céu.

O jardim vertical é uma alternativa para pequenos espaços mas sem deixar de lado a beleza de um jardim tradicional.

Para um muro ficar bacana e dispensar a tinta, segue a dica do programa Ecoprático que foi enviado pelo Carlos Pavan: um jardim vertical feito a partir da reutilização de garras PET, bambu, ganchos de arame.

Outras dicas ficam por conta do programa Urbano. Assista!

E do projeto

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Promova um 0800!

Categoria(s): Comportamento, Outros

Por Profa. Sônia M A R de Andrade

Um comportamento eco, isto é, preocupado com a natureza e com o meio ambiente urbano, também curte um 0800. 0800 é prefixo de telefone gratuito, mas também pode ser o adjetivo de eventos, festas ou encontros totalmente gratuitos.

Não é interessante fazer um encontro no qual todo mundo pode fazer algo sem gastar nada? Deixar de lado, pelo menos em algum momento, o dinheiro e promover algo que apenas dá prazer?

Esta é uma onda do momento. O 0800 anima qualquer galera de todas as idades e lugares do planeta. É possível promover,por exemplo, um 0800 de roupas e miscelâneas: tudo aquilo que não se usa mais ou que nunca foi usado e que está entupindo os armários dos coroas, da galera ou das crianças (livros, discos, DVDs , CDs, brinquedos, roupas, utensílios domésticos) é organizado e exposto na garagem da casa, ou no jardim, ou na calçada. Chama os amigos para fazerem o mesmo e em pouco tempo tem um montão de coisa para ser trocada sem gastar nenhum centavo.

Trocar ao invés de comprar algo novo e aumentar o lixo da cidade é uma ótima opção para esse dias de encarar a realidade: o ambiente no qual vivemos não aguenta mais receber tanto descarte. Ele poderá vomitar e daí… sai de baixo!

Promova um 0800!

E para se inspirar, assista uma ótima idéia também no programa Lugar Incomum da Érika no episódio 18 , você vai gostar:

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Discurso na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática

Categoria(s): Política Ambiental

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender no dia 17/12/2009, a manutenção do Protocolo de Quioto e também o comprometimento de todos os países, principalmente das nações ricas, para um acordo efetivo na COP 15. Em seu discurso, o presidente lembrou que o Protocolo de Quioto estabelece a obrigatoriedade de financiamento aos países pobres e em desenvolvimento para a execução de projetos na área. Segundo ele, será muito difícil reforçar a capacidade de adaptação de nações mais vulneráveis sem um fluxo financeiro como “forte componente”.

“A hora de agir é essa. O veredicto da história não poupará os que faltarem com suas responsabilidades neste momento”, ressaltou o presidente.

Assista ao vídeo:

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Andar a pé

Categoria(s): Eco-Comportamento, Solo

por Profa.Sônia Maria Aranha Rodrigues de Andrade

Mobilidade sustentável é andar a pé. Percorrer acima de quinhentos metros a pé já é algo considerável, mas a proposta é mesmo andar dois quilômetros , isto é, percorrer uma trajetória em aproximadamente meia hora. O planeta agradece e o corpo também.

Há inúmeras pessoas que andam a pé, mas aqueles que andam a pé, em geral, não o fazem por levar em conta as questões ambientais: andam a pé para economizar o dinheiro do ônibus, por falta de dinheiro ou porque a forma de deslocamento mais rápida para percorrer um determinado trajeto é o caminhar.

Aqueles que possuem poder aquisitivo significativo usam carro até para ir à padaria na esquina de suas casa ou escritórios. O carro virou uma praga que entope as vias expressas dos grandes conglomerados urbanos. O carinha pega o carro, estaciona diante da academia, anda e anda muito, até suar na esteira, depois de fazer um monte de exercícios pega novamente o carro para percorrer quilômetros e quilômetros até chegar a sua casa, após ter enfrentado um baita congestionamento. Engraçado isso, não?

Mas este comportamento tem a ver com uma mentalidade motorizada ou com espaços públicos que não estimulam o caminhar? Como os pedestres são minorias da parte mais pobre da população será que a cidade os trata bem, os aceita?

Parece que a cidade está se lixando com os pés que se movem sobre suas calçadas e que a mentalidade motorizada já tem uma longa história e está bem constituída na grande parte dos usuários de automóveis. Maria Ermelina B Malatesta em sua dissertação de mestrado Andar a pé: um modo de transporte para a cidade de São Paulo, diz que o poder público possui uma visão restrita a respeito de mobilidade urbana e que salta aos olhos o descaso no trato do espaço urbano denominado de calçada, um território de ninguém, abandonado a sua própria sorte. Apesar disso, se anda muito a pé na cidade de São Paulo segundo o estudo feito por Malatesta.

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Jardins Comestíveis

Categoria(s): Eco-Comportamento, Solo

por Profa.Sônia Maria Aranha Rodrigues de Andrade

Interessante falar hoje de jardins comestíveis. Esta era uma prática do passado. Toda e qualquer casa do interior, ou mesmo das capitais, tinha um pequeno pomar composto de duas ou três árvores frutíferas: um limoeiro cravo , uma jabuticabeira ou uma goiabeira. Havia variações, tais como: mangueira, acerola, dentre outras. Além das árvores frutíferas, as hortas enfeitavam o solo bem tratado: couve , almeirão , hortaliças variadas.

Lembro da casa de uma tia, a tia Nica, que ficava na Rua Rodrigues Alves, no bairro do Ibirapuera, em plena São Paulo . Um belo casarão com escadaria na frente e um amplo e longo quintal que acolhia além do galinheiro e alguns coelhos, um pé de jambo, uma amoreira e um araçazeiro, cuja fruta nunca mais vi. Uma horta bem generosa provia a cozinha guiada pela Maria, empregada da casa por mais de vinte anos, salvo engano.

Quantas vezes pude observar minha avó, em sua casa na Rua José Paulino em Campinas, pegando uma galinha do galinheiro de seu quintal para depois de torcer-lhe o pescoço, enfiá-la em uma panela com água fervente a fim de tirar-lhe as penas. Que cheiro horrível! Na época, eu com uns cinco ou seis anos, pensei sobre a minha inaptidão para aquela aventura gastronômica.

Na minha infância , na década de 60, ainda era possível conhecer quintais assim, que supriam à alimentação básica de toda a família: ovos, frango, frutas e verduras. Hoje reinventam a prática de nossos antepassados com os jardins comestíveis. Nome sofisticado para o mesmo. Mas torço para que a moda pegue.

Jardins são espaços paisagísticos destinados a embelezar o entorno de nossas casas mas que podemos aproveitar para produzir alimentos , daí o nome de jardins comestíveis:. produção de temperos, verduras, legumes, frutas , chás.

A primeira dama dos Estados Unidos Michelle Obama tem feito a parte dela ao criar no jardim da Casa Branca uma horta incentivando os americanos ao consumo saudável e a enfrentar a crise que se instalou por lá. Aqui, devemos todos fazer o mesmo. O contato com a terra, o cultivo orgânico e sustentável é o mais correto a ser feito para minimizar a pegada de carbono e para ampliar a consciência ambientalista.

Leia mais acessando: Jardins Comestíveis – IPEMA

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