Arquivo de março, 2010

O Petróleo é Nosso!

Categoria(s): Pré-Sal

A dissertação de mestrado de Kátia Chiaradia, cujo título é Ao amigo Franckie, do seu Lobato: Estudo da correspondência entre Monteiro Lobato e Charles Frankie (1934-37) e sua presença em O Escândalo do Petróleo (1936) e O Poço do Visconde (1937) é muito ilustrativa para entendermos a histórica luta sobre o petróleo em nosso país e a sua envergadura que se agiganta na atualidade com a descoberta do Pré-Sal.

Monteiro Lobato brigava para que o petróleo fosse dos brasileiros e travou forte luta contra o governo de Getúlio Vargas escrevendo-lhe em 1935 Carta a Getúlio, traduzindo a Luta pelo Petróleo de Essad Bey, lançando em 1936 o livro O Escândalo do Petróleo e em 1937 o Poço do Visconde.

O envolvimento de Lobato com o petróleo foi direto e extenso fazendo-se através de sua atuação junto as: Companhia Petróleo do Brasil, Companhia de Petróleo Nacional e Companhia Matogrossense de Petróleo, além da Companhia Cruzeiro do Sul e da Pipmeyer & Co por intermédio da ELBOF e AMEP, combatendo ativamente a companhia norte-americana Stander Oil.

A importância da descoberta do pré-sal trouxe de volta “O Petróleo é Nosso!”, lema da Campanha do Petróleo que culminou na criação da Petrobrás em 1953. Lobato , no entanto, já havia morrido.

O Petróleo tem que ser nosso- Última Fronteira- Parte 1

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O que são árvores urbanas?

Categoria(s): Solo

As árvores de praças, jardins, calçadas, parques e alamedas públicas são consideradas urbanas porque estão localizadas no espaço urbano das cidades.

São responsáveis pela manutenção da qualidade de vida porque promovem: sombreamento, são barreiras verdes amenizando o impacto de ventos e sons, seqüestram carbono, fixam as poeiras amenizando a poluição do ar, oxigenam o ar por meio da fotossíntese, aumentam o conforto ambiental por intermédio da evaporação e transpiração, suavizam o impacto das chuvas no solo, alimentam o lençol freático porque favorecem a infiltração de água no solo através do sistema radicular, local de reprodução e de pouso para a fauna permanente e migratória a e ameniza o escoamento superficial e minimiza as enchentes.

Apesar de todos estes benefícios promovidos pelas árvores urbanas, são sistematicamente arrancadas para dar lugar a vagas de estacionamento de casas comerciais, como também, em função da predominância do sistema de fiação elétrica tradicional, são submetidas as podas drásticas que as mutilam sem dó nem piedade.

Fonte: Guia de Arborização Urbana de Campinas

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O que é o pré-sal?

Categoria(s): Pré-Sal

Segundo a Petrobrás, “ o termo pré-sal, refere-se a um conjunto de rochas localizadas nas porções marinhas de grande parte do litoral brasileiro, com potencial para a geração e acúmulo de petróleo.

Convencionou-se chamar de pré-sal porque forma um intervalo de rochas que se estende por baixo de uma extensa camada de sal, que em certas áreas da costa atinge espessuras de até 2.000m. O termo pré é utilizado porque, ao longo do tempo, essas rochas foram sendo depositadas antes da camada de sal.

A profundidade total dessas rochas, que é a distância entre a superfície do mar e os reservatórios de petróleo abaixo da camada de sal, pode chegar a mais de 7 mil metros. As maiores descobertas de petróleo, no Brasil, foram feitas recentemente pela Petrobras na camada pré-sal localizada entre os estados de Santa Catarina e Espírito Santo, onde se encontrou grandes volumes de óleo leve.

Na Bacia de Santos, por exemplo, o óleo já identificado no pré-sal tem uma densidade de 28,5º API, baixa acidez e baixo teor de enxofre. São características de um petróleo de alta qualidade e maior valor de mercado.”

CONHECENDO O PRÉ-SAL.VÍDEO PRODUZIDO PELA PETROBRÁS

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A Importância da Água

Categoria(s): Água

A água é de extrema importância para o planeta Terra e para os seres que nele vivem. A vida na Terra iniciou na água e sem ela não há vida.

 

  

No entanto, a água salgada dos oceanos e mares, imprópria para beber , compõe 97% do total de água do planeta. Os 3% restante é de água doce, porém 75% desta água doce concentram-se nas capotas polares e nas geleiras. Portanto, há disponível muito, muito pouco mesmo de água para beber nos lagos e rios.  

  

Se a água não é um recurso hídrico infinito, então, temos que nos preocupar, ou melhor seria dizer , nos descabelar,  porque efetivamente maltratamos a água e sem ela não há como manter as espécies vivas. 

  

Pior, nós brasileiros temos uma tremenda responsabilidade porque a maior quantidade de água do planeta está localizada em nosso território, razão pela qual somos seus guardiões.  

  

Mas não estamos indo nada bem nessa enorme tarefa. Já inviabilizamos muitos dos nossos rios, principalmente os que passam pelas regiões sul e sudeste com maior concentração populacional. 

  

O que vamos fazer a respeito? Você topa mudar de atitude ?  

  

Saiba mais:  

   

 

Guia para  Estudo da Água  

   

 

Composição Química da Água  

   

 

Água o desafio do século XXI  

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Cavernas do Estado de São Paulo

Categoria(s): Solo

  

A região que compreende a bacia do rio Ribeira de Iguape e outros rios do litoral sul de São Paulo abrigam os últimos remanescentes protegidos de Mata Atlântica no Estado. O Parque Estadual Turístico do Alto da Ribeira (PETAR) faz parte desta região e foi criado em 1958.  

  

Parte integrante da Serra de Paranapiacaba, com altitudes que variam de 200 a mais de 1.000 metros acima do nível do mar, correm rios de águas cristalinas que se lançam rumo a planície em deslumbrantes cachoeiras. Relevo montanhoso esconde a maior concentração de cavernas do Brasil e do mundo. 

  

O PETAR possui uma área de 35.712 há e preserva extensas áreas cobertas de Mata Atlântica.  

  

Quando o solo é rico em rocha calcária reage com a ação da água que lentamente e ao longo de milhares de anos modifica o relevo. No interior das montanhas calcárias foram escavadas e adornadas com espeleotemas as cavernas, um mundo subterrâneo onde a tempertaura varia muito pouco e a umidade é alta.    

  

Foram cadastradas mais de  200 cavernas no Estado de São Paulo com o auxílio da Sociedade Brasileira de Espeleologia e algumas delas apropriadas para o turismo estão espalhadas pela região que compreendem os núcleos Caboclos, Santana ,Areado e Ouro Grosso. 

  

Algumas Cavernas:  

  

Estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Espeleologia ? Proposta de Manejo Turístico das Cavernas e Sítios Arqueológicos do PETAR – 1987  

  

Casa de Pedra : No sumidoro do rio o pórtico Igreja alcanã 176 m de altura. Próximo a sua ressurgencia existe um imenso salão com 350 m de compirmetno, 120 m de largura e 70 m de altura parcialmetne iluminado por uma grande boca seca. Para o salão Krone o acesso se dá através de um grande desabamento, com blocos de diversos tamanhos e pedras soltas que rolam durante o caminhamento. Após a galeira seca existe um trecho de natação, com 25 m de comprimento e com fote correnteza. Uma opção é escalar os íngremes paredões que afunilam o rio, o que exige prática e equipamento adequados. Após vencer este obstáculo não há mais dificuldades. Em épocas de chuva é preciso tomar cuidado com a velocidade que as águas do rio sobe para evitar ficar dentro da caverna. Núcleo Santana 

   

 
casadepedra.JPG 

  

Gruta da Pescaria:  Há dois pórticos de entrada da gruta, distantes por trilha aproximadamente 100 m entre si. O pórtico superior é primeiramente alcançado por ser mais fácil. Suas dimensões são de 2 m de altura por 3 m de largura, e é seco. O pórtico inferior, 30 m abaixo  e a ressurgencia do riberião da Pescaria, medindo 6 m de altura por 15 m de largura. Está parcialmente obstruído por blocos abatidos. Entrando pelo pórtico superior, chega-se num salão de pequenas dimensões, mas bem ornamentado. Possui estalactites, estalagmites, canudos, grandes cascatas com travertinos,cortinas e pérolas enormes num travertino da galeria seca. Deve-se seguir pelo rio. O rio possui poços de 1,5 m de profundidade , pequenas corredeiras e vários pontos muito rasos com seixos e bancos de areia. Núcleo Caboclos 

  

Gruta do Chapéu : Localizada no Núcleo Caboclos possui entrada de 1,7 m por 1 m , facilmente penetrável. Apesar de não ser muito extensa , com 300 m de desenvolvimento é bem ornamentada, principalmente no salão superior. Vêem-se travertinos, cascatas, colunas, estalactites e estalagmites. O córrego do Chapéu atravessa a gruta, mas sempre bem raso. 

   

 
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Gruta das Aranhas : A entrada na ressurgencia do rio se faz por um pórtico de 3 m de altura por 4 m de largura. O sumidouro está obstruído por enormes blocos de granito, onde existe uma clarabóia. O rio corre por toda a extensão da gruta, com profundidade de 0,5m. O desenvolvimento é de 170 m. O nome é devido a existência de opilião, aranha de pernas finas e longas que vivem na escuridão da caverna. Núcleo Caboclos 

  

Gruta Temimina II :  Belíssima entrada sendo que o paleo caverna possui teto cerca de 30 m de altura e é interrompido por várias clarabóias. O acesso para a galeria principal é possível descendo um desbarrancamento de areia e blocos cerca de 60 m com o auxílio de corda. O rio Temimina corta a gruta e é bastante raso. No trajeto há o ?chuverinho? , estalagmite com base mais larga de onde cai uma forte ducha. Esta água cai sobre uma estalactite, formando uma espécie de banheira. O conjunto se completa com travertinos em volta do chuveiro e um ninho de pérolas.  A continuação da caverna é ricamente ornamentada com travertinos, estalactites, estalagmites e colunas, até onde se chega a uma espécie de clarabóia com cerca de 70 m de altura. O trecho de subida parao salão superior fica portanto, iluminado, onde se destaca a enorme estalagmite denominada ?Elefante?. Núcleo Caboclos. 

   

 
temimina.bmp 

  

Gruta Desmoronada:  Seguindo a trilha que acompanha o ribeirão Pescaria, chega-se ao pórtico da ressurgencia do rio, com aproximadamente 4 m de altura por 7m de largura. A entrada é feita por uma parte seca de 1,5 m de altura, cruzando um pequeno afluente subterrâneo. Chega-se então a um salão de pequena inclinação feito de um enorme banco de areia bastante plano. O rio principal entra alguns metros na gruta e some por entre blocos do desmoronamento interno. Sal profundidade é bem variada e na maior parte do trajeto deve ser vencido a nado aproximadamente 3 m. O restante da grua é um gigantesco salão formado por enormes blocos abatidos cobertos por couve-flores, interligado a um outro ainda maior. Ambos são forrados com espeleotemas raros, com grandes ninhos de pérolas de todos os tipos. Núcleo Caboclos. 

  

Gruta do Monjolinho: o pórtico da entrada não é desprezível em tamanho, mas a área abrigada é iluminada e se dá em declive, formada por grandes blocos que se amontoam no chão. A única parte relativamente plana é com sedimentos está no fundo da entrada. O local é bastante úmido. Para chegar no salão ornamentado é preciso descer com corda devido ao solo escorregadio. Núcleo Caboclos. 

   

 
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Saudade da Sete Quedas

Categoria(s): Água Doce

O Salto de Sete Quedas era a maior cachoeira do mundo em volume de água e desapareceu com a construção do lago da Usina Hidrelétrica de Itaipu.

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Esporte na Cachoeira

Categoria(s): Água Doce

Cascading é o nome dado à atividade de descer cascatas ou cachoeiras com cordas simples e fixas ancoradas no topo da cascata.

Conheça o esporte: Cascading

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Usina Hidrelétrica

Categoria(s): Água Doce

A Usina Hidrelétrica de Itaipu Binacional é a maior hidrelétrica do mundo em potência instalada. Também é a mais importante em capacidade de geração devido ao fluxo de água do rio Paraná.

Ela foi construída pelo Brasil e pelo Paraguai no trecho de fronteira entre os dois países. A potência instalada da Usina é de 14.000 MW (megawatts), com 20 unidades geradoras de 700 MW.

Saiba mais :

Usina Hidrelétrica Itaipu

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Poluição dos Rios

Categoria(s): Água Doce

Segundo a Organização Mundial da Saúde a água poluída é aquela cuja composição foi alterada direta ou indiretamente prejudicando os seus usos.
 

Veja mais a respeito:
 

Poluição da Água

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Bacias Hidrográficas

Categoria(s): Água Doce

É conjunto de terras drenadas por um rio principal, seus afluentes e subafluentes. A idéia de bacia hidrográfica está associada à noção da existência de nascentes, divisores de águas e características dos cursos de água, principais e secundários, denominados afluentes e subafluentes.  

Uma bacia hidrográfica evidencia a hierarquização dos rios, ou seja, a organização natural por ordem de menor volume para os mais caudalosos, que vai das partes mais altas para as mais baixas.  

 As bacias podem ser classificadas de acordo com sua importância, como principais (as que abrigam os rios de maior porte), secundárias e terciárias; segundo sua localização, como litorâneas ou interiores.   

Em bacias de inclinação acentuada como a do Rio Colorado, nos Estados Unidos, o processo de busca do perfil de equilíbrio fluvial tende a estreitar a área da bacia. De forma contrária, bacias de inclinação baixa como a do Rio Amazonas tendem a ser mais largas.  

Fonte : Enciclopédia® Microsoft® Encarta 2001. © 1993-2000 Microsoft Corporation 
  

 Bacias Hidrográficas no Brasil: 

  

Alguns Comitês de Bacias Hidrográficas: 

 

Piracicaba, Capivari e Jundiaí  

   

As Bacias Hidrográficas de Sergipe  

   

Bacia do Alto do Tietê  

   

Paraíba do Sul  

   

Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco  

   

   

Saiba Mais:   

Projeto Marca d’Água  

 

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