Arquivo de abril, 2011

Quantas espécies vivas há no planeta Terra?

Categoria(s): Solo

 Os cientistas estão longe de saber exatamente quantas são as espécies vivas há no planeta Terra. No Brasil conhecemos 226 mil espécies. Mais de mil são comprovadamente endêmicas, isto é, só existem aqui no nosso país.

Espécies endêmicas encontradas só no Brasil:

Mamíferos – 68 espécies / Aves- 797 espécies / Répteis- 172 espécies / Anfíbios- 294 espécies

Você sabia que Habitat (do latim, ele habita) é um conceito usado em ecologia que inclui o espaço físico, o local e as condições ambientais que permitem a vidas das espécies .

fonte: Mudanças Ambientais Globais – Pensar + Agir -MMA e MEC

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Energia Primária

Categoria(s): Fogo

As fontes de energia primária são aquelas que vêm diretamente da natureza: o movimento das águas , a lenha, o petróleo, o gás natural e outras. Já as secundárias são aquelas modificadas pelo ser humano. É o caso da energia elétrica que pode ser gerada, por exemplo, a partir do movimento das águas (fonte primária) , para então ser trasportada para o local de consumo (transmissão de energia), onde será utilizada.

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Água Virtual

Categoria(s): Água, Água Doce

 Você sabia que todas as coisas esconde uma quantidade de água? É isso mesmo, há uma água que está oculta em todas as coisas!

Por exemplo:

Na sua suculenta picanha  há água oculta! É preciso 17.110 litros de água para produzir 1 kg de carne! É mole?

Na verdade a carne é a que mais precisa de água para ser produzida . Compare:

Para produzir 1 litro de leite é preciso de 800 litros de água

Para produzir 1 kg de trigo é preciso 1.575 litros de água

Os técnicos deram um nome para essa água que fica oculta em tudo que comemos e usamos, mas que não percebemos:  água vitual.

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Vegetação Urbana

Categoria(s): Solo, Vegetação

A vegetação urbana é representada por toda cobertura vegetal existente em uma cidade, composta , fundamentalmente , pelas áreas livres de uso público(praças e parques) e as potencialmente coletivas(universidades, escolas, igrejas, etc); pelas áreas livres particulares (pertencentes a residências, clubes, condomínios, empresas privadas, industriais, etc); pelas áreas naturais preservadas (reservas, parques florestais, matas ciliares, etc) e pelas áreas livres acompanando o sistema viário.

Segundo sua origem, pode ser classificadas em:

Vegetação natural: constituída de espécies nativas do local eque , apesar de sua destruição pelo crescimento urbano, pode permanecer como manhas dentro da malha urbana.

Vegetação introduzida ou plantada: constituída por espécies ornamentais (nativas ou exóticas) que compõem , normalmente , os parques , as praças, os jardins e as alamedas.

Vegetação espontânea: espécies que se instalaram naturalmente na cidade, onde encontram ambientes propícios para se desenvolverem . Ocorre em locais como fendas de calçadas e muros.

Critérios para a escolha da vegetação

Na implantação de praças e parques existe uma liberdade grande na escolha da vegetação a ser empregada, definida principalmente pelo espaço e pelo tipo de uso a ele destinado. Muitas espécies não indicadas para a arborização de ruas e avenidas têm aí sua oportunidade de uso, como as árvores de grande porte, frutíferas em geral, além dos arbustos e plantas herbáceas mais exigentees em manutenção.

Na arborização dos passeios públicos , como o próprio nome sugere, são as árvores as mais utilizadas , não só pela qualidades plásticas como pelo porte e pela forma de suas copas. A presença de tronco (caule único) e o porte avantajado em relação aos outros grupos de plantas são características que definem a sua utilização. Palmeiras com caule (estipe) único e sem espinos e arbustos de grande porte, conduzidos na forma de avoretas, com  único caule e copa levantada , ambém são comumente empregados.

O conhecimento profundo das espécies selecionadas no que diz respeito aos seus problemas de cultivo , às suas necessidades de clima e solo, aos aspectos de sua manutenção, a velocidade do seu desenvolvimento, assim como às suas qualidades plásticas, como a forma, textura e cor de cada uma das suas partes visíveis (caule, copa , folhas, flores e frutos) é fator determinante na escolha da vegetação.

Fonte: Guia de Arborização Urbana de Campinas/2007

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