Arquivo de Solo

Quantas espécies vivas há no planeta Terra?

Categoria(s): Solo

 Os cientistas estão longe de saber exatamente quantas são as espécies vivas há no planeta Terra. No Brasil conhecemos 226 mil espécies. Mais de mil são comprovadamente endêmicas, isto é, só existem aqui no nosso país.

Espécies endêmicas encontradas só no Brasil:

Mamíferos – 68 espécies / Aves- 797 espécies / Répteis- 172 espécies / Anfíbios- 294 espécies

Você sabia que Habitat (do latim, ele habita) é um conceito usado em ecologia que inclui o espaço físico, o local e as condições ambientais que permitem a vidas das espécies .

fonte: Mudanças Ambientais Globais – Pensar + Agir -MMA e MEC

Tags:

Veja Também: Sem artigos relacionados.

Comentários    

Vegetação Urbana

Categoria(s): Solo, Vegetação

A vegetação urbana é representada por toda cobertura vegetal existente em uma cidade, composta , fundamentalmente , pelas áreas livres de uso público(praças e parques) e as potencialmente coletivas(universidades, escolas, igrejas, etc); pelas áreas livres particulares (pertencentes a residências, clubes, condomínios, empresas privadas, industriais, etc); pelas áreas naturais preservadas (reservas, parques florestais, matas ciliares, etc) e pelas áreas livres acompanando o sistema viário.

Segundo sua origem, pode ser classificadas em:

Vegetação natural: constituída de espécies nativas do local eque , apesar de sua destruição pelo crescimento urbano, pode permanecer como manhas dentro da malha urbana.

Vegetação introduzida ou plantada: constituída por espécies ornamentais (nativas ou exóticas) que compõem , normalmente , os parques , as praças, os jardins e as alamedas.

Vegetação espontânea: espécies que se instalaram naturalmente na cidade, onde encontram ambientes propícios para se desenvolverem . Ocorre em locais como fendas de calçadas e muros.

Critérios para a escolha da vegetação

Na implantação de praças e parques existe uma liberdade grande na escolha da vegetação a ser empregada, definida principalmente pelo espaço e pelo tipo de uso a ele destinado. Muitas espécies não indicadas para a arborização de ruas e avenidas têm aí sua oportunidade de uso, como as árvores de grande porte, frutíferas em geral, além dos arbustos e plantas herbáceas mais exigentees em manutenção.

Na arborização dos passeios públicos , como o próprio nome sugere, são as árvores as mais utilizadas , não só pela qualidades plásticas como pelo porte e pela forma de suas copas. A presença de tronco (caule único) e o porte avantajado em relação aos outros grupos de plantas são características que definem a sua utilização. Palmeiras com caule (estipe) único e sem espinos e arbustos de grande porte, conduzidos na forma de avoretas, com  único caule e copa levantada , ambém são comumente empregados.

O conhecimento profundo das espécies selecionadas no que diz respeito aos seus problemas de cultivo , às suas necessidades de clima e solo, aos aspectos de sua manutenção, a velocidade do seu desenvolvimento, assim como às suas qualidades plásticas, como a forma, textura e cor de cada uma das suas partes visíveis (caule, copa , folhas, flores e frutos) é fator determinante na escolha da vegetação.

Fonte: Guia de Arborização Urbana de Campinas/2007

Tags: , , ,

Veja Também: Sem artigos relacionados.

Comentários    

Isopor é reciclável

Categoria(s): Outros, Solo

O poliestireno expandido vulgarmente chamado de isopor, é totalmente reciclável. Algumas iniciativas neste sentido, tais como: a empresa Termotécnica e a Santa Luzia Molduras.

A Termotécnica faz desde lajes com isopor reciclável para a construção civil, até conservadoras térmicas, aquele isoporzinho que a galera leva com cerveja para a praia. Já a Santa Luzia Molduras faz molduras para quadros e acabamentos de isopor também para a construção civil.

Ambas as empresas empregam 100% de isopor reciclado como matéria prima de seus produtos.

Saiba mais sobre o isopor reciclável assistindo a reportagem abaixo:

Tags: ,

Veja Também: Sem artigos relacionados.

Comments (4)    

Jardim Vertical

Categoria(s): Solo

No momento atual o verde pede passagem. E deixemos que ele faça parte do nosso dia-a-dia mesmo que nosso espaço seja apertado e pendurado em algum arranha-céu.

O jardim vertical é uma alternativa para pequenos espaços mas sem deixar de lado a beleza de um jardim tradicional.

Para um muro ficar bacana e dispensar a tinta, segue a dica do programa Ecoprático que foi enviado pelo Carlos Pavan: um jardim vertical feito a partir da reutilização de garras PET, bambu, ganchos de arame.

Outras dicas ficam por conta do programa Urbano. Assista!

E do projeto

Tags:

Veja Também: Sem artigos relacionados.

Comentários    

Andar a pé

Categoria(s): Eco-Comportamento, Solo

por Profa.Sônia Maria Aranha Rodrigues de Andrade

Mobilidade sustentável é andar a pé. Percorrer acima de quinhentos metros a pé já é algo considerável, mas a proposta é mesmo andar dois quilômetros , isto é, percorrer uma trajetória em aproximadamente meia hora. O planeta agradece e o corpo também.

Há inúmeras pessoas que andam a pé, mas aqueles que andam a pé, em geral, não o fazem por levar em conta as questões ambientais: andam a pé para economizar o dinheiro do ônibus, por falta de dinheiro ou porque a forma de deslocamento mais rápida para percorrer um determinado trajeto é o caminhar.

Aqueles que possuem poder aquisitivo significativo usam carro até para ir à padaria na esquina de suas casa ou escritórios. O carro virou uma praga que entope as vias expressas dos grandes conglomerados urbanos. O carinha pega o carro, estaciona diante da academia, anda e anda muito, até suar na esteira, depois de fazer um monte de exercícios pega novamente o carro para percorrer quilômetros e quilômetros até chegar a sua casa, após ter enfrentado um baita congestionamento. Engraçado isso, não?

Mas este comportamento tem a ver com uma mentalidade motorizada ou com espaços públicos que não estimulam o caminhar? Como os pedestres são minorias da parte mais pobre da população será que a cidade os trata bem, os aceita?

Parece que a cidade está se lixando com os pés que se movem sobre suas calçadas e que a mentalidade motorizada já tem uma longa história e está bem constituída na grande parte dos usuários de automóveis. Maria Ermelina B Malatesta em sua dissertação de mestrado Andar a pé: um modo de transporte para a cidade de São Paulo, diz que o poder público possui uma visão restrita a respeito de mobilidade urbana e que salta aos olhos o descaso no trato do espaço urbano denominado de calçada, um território de ninguém, abandonado a sua própria sorte. Apesar disso, se anda muito a pé na cidade de São Paulo segundo o estudo feito por Malatesta.

Tags: , ,

Veja Também: Sem artigos relacionados.

Comentários    

Jardins Comestíveis

Categoria(s): Eco-Comportamento, Solo

por Profa.Sônia Maria Aranha Rodrigues de Andrade

Interessante falar hoje de jardins comestíveis. Esta era uma prática do passado. Toda e qualquer casa do interior, ou mesmo das capitais, tinha um pequeno pomar composto de duas ou três árvores frutíferas: um limoeiro cravo , uma jabuticabeira ou uma goiabeira. Havia variações, tais como: mangueira, acerola, dentre outras. Além das árvores frutíferas, as hortas enfeitavam o solo bem tratado: couve , almeirão , hortaliças variadas.

Lembro da casa de uma tia, a tia Nica, que ficava na Rua Rodrigues Alves, no bairro do Ibirapuera, em plena São Paulo . Um belo casarão com escadaria na frente e um amplo e longo quintal que acolhia além do galinheiro e alguns coelhos, um pé de jambo, uma amoreira e um araçazeiro, cuja fruta nunca mais vi. Uma horta bem generosa provia a cozinha guiada pela Maria, empregada da casa por mais de vinte anos, salvo engano.

Quantas vezes pude observar minha avó, em sua casa na Rua José Paulino em Campinas, pegando uma galinha do galinheiro de seu quintal para depois de torcer-lhe o pescoço, enfiá-la em uma panela com água fervente a fim de tirar-lhe as penas. Que cheiro horrível! Na época, eu com uns cinco ou seis anos, pensei sobre a minha inaptidão para aquela aventura gastronômica.

Na minha infância , na década de 60, ainda era possível conhecer quintais assim, que supriam à alimentação básica de toda a família: ovos, frango, frutas e verduras. Hoje reinventam a prática de nossos antepassados com os jardins comestíveis. Nome sofisticado para o mesmo. Mas torço para que a moda pegue.

Jardins são espaços paisagísticos destinados a embelezar o entorno de nossas casas mas que podemos aproveitar para produzir alimentos , daí o nome de jardins comestíveis:. produção de temperos, verduras, legumes, frutas , chás.

A primeira dama dos Estados Unidos Michelle Obama tem feito a parte dela ao criar no jardim da Casa Branca uma horta incentivando os americanos ao consumo saudável e a enfrentar a crise que se instalou por lá. Aqui, devemos todos fazer o mesmo. O contato com a terra, o cultivo orgânico e sustentável é o mais correto a ser feito para minimizar a pegada de carbono e para ampliar a consciência ambientalista.

Leia mais acessando: Jardins Comestíveis – IPEMA

Tags:

Veja Também: Sem artigos relacionados.

Comentários    

O que são árvores urbanas?

Categoria(s): Solo

As árvores de praças, jardins, calçadas, parques e alamedas públicas são consideradas urbanas porque estão localizadas no espaço urbano das cidades.

São responsáveis pela manutenção da qualidade de vida porque promovem: sombreamento, são barreiras verdes amenizando o impacto de ventos e sons, seqüestram carbono, fixam as poeiras amenizando a poluição do ar, oxigenam o ar por meio da fotossíntese, aumentam o conforto ambiental por intermédio da evaporação e transpiração, suavizam o impacto das chuvas no solo, alimentam o lençol freático porque favorecem a infiltração de água no solo através do sistema radicular, local de reprodução e de pouso para a fauna permanente e migratória a e ameniza o escoamento superficial e minimiza as enchentes.

Apesar de todos estes benefícios promovidos pelas árvores urbanas, são sistematicamente arrancadas para dar lugar a vagas de estacionamento de casas comerciais, como também, em função da predominância do sistema de fiação elétrica tradicional, são submetidas as podas drásticas que as mutilam sem dó nem piedade.

Fonte: Guia de Arborização Urbana de Campinas

Tags: ,

Veja Também: Sem artigos relacionados.

Comments (2)    

Cavernas do Estado de São Paulo

Categoria(s): Solo

  

A região que compreende a bacia do rio Ribeira de Iguape e outros rios do litoral sul de São Paulo abrigam os últimos remanescentes protegidos de Mata Atlântica no Estado. O Parque Estadual Turístico do Alto da Ribeira (PETAR) faz parte desta região e foi criado em 1958.  

  

Parte integrante da Serra de Paranapiacaba, com altitudes que variam de 200 a mais de 1.000 metros acima do nível do mar, correm rios de águas cristalinas que se lançam rumo a planície em deslumbrantes cachoeiras. Relevo montanhoso esconde a maior concentração de cavernas do Brasil e do mundo. 

  

O PETAR possui uma área de 35.712 há e preserva extensas áreas cobertas de Mata Atlântica.  

  

Quando o solo é rico em rocha calcária reage com a ação da água que lentamente e ao longo de milhares de anos modifica o relevo. No interior das montanhas calcárias foram escavadas e adornadas com espeleotemas as cavernas, um mundo subterrâneo onde a tempertaura varia muito pouco e a umidade é alta.    

  

Foram cadastradas mais de  200 cavernas no Estado de São Paulo com o auxílio da Sociedade Brasileira de Espeleologia e algumas delas apropriadas para o turismo estão espalhadas pela região que compreendem os núcleos Caboclos, Santana ,Areado e Ouro Grosso. 

  

Algumas Cavernas:  

  

Estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Espeleologia ? Proposta de Manejo Turístico das Cavernas e Sítios Arqueológicos do PETAR – 1987  

  

Casa de Pedra : No sumidoro do rio o pórtico Igreja alcanã 176 m de altura. Próximo a sua ressurgencia existe um imenso salão com 350 m de compirmetno, 120 m de largura e 70 m de altura parcialmetne iluminado por uma grande boca seca. Para o salão Krone o acesso se dá através de um grande desabamento, com blocos de diversos tamanhos e pedras soltas que rolam durante o caminhamento. Após a galeira seca existe um trecho de natação, com 25 m de comprimento e com fote correnteza. Uma opção é escalar os íngremes paredões que afunilam o rio, o que exige prática e equipamento adequados. Após vencer este obstáculo não há mais dificuldades. Em épocas de chuva é preciso tomar cuidado com a velocidade que as águas do rio sobe para evitar ficar dentro da caverna. Núcleo Santana 

   

 
casadepedra.JPG 

  

Gruta da Pescaria:  Há dois pórticos de entrada da gruta, distantes por trilha aproximadamente 100 m entre si. O pórtico superior é primeiramente alcançado por ser mais fácil. Suas dimensões são de 2 m de altura por 3 m de largura, e é seco. O pórtico inferior, 30 m abaixo  e a ressurgencia do riberião da Pescaria, medindo 6 m de altura por 15 m de largura. Está parcialmente obstruído por blocos abatidos. Entrando pelo pórtico superior, chega-se num salão de pequenas dimensões, mas bem ornamentado. Possui estalactites, estalagmites, canudos, grandes cascatas com travertinos,cortinas e pérolas enormes num travertino da galeria seca. Deve-se seguir pelo rio. O rio possui poços de 1,5 m de profundidade , pequenas corredeiras e vários pontos muito rasos com seixos e bancos de areia. Núcleo Caboclos 

  

Gruta do Chapéu : Localizada no Núcleo Caboclos possui entrada de 1,7 m por 1 m , facilmente penetrável. Apesar de não ser muito extensa , com 300 m de desenvolvimento é bem ornamentada, principalmente no salão superior. Vêem-se travertinos, cascatas, colunas, estalactites e estalagmites. O córrego do Chapéu atravessa a gruta, mas sempre bem raso. 

   

 
chapeu.JPG 

  

Gruta das Aranhas : A entrada na ressurgencia do rio se faz por um pórtico de 3 m de altura por 4 m de largura. O sumidouro está obstruído por enormes blocos de granito, onde existe uma clarabóia. O rio corre por toda a extensão da gruta, com profundidade de 0,5m. O desenvolvimento é de 170 m. O nome é devido a existência de opilião, aranha de pernas finas e longas que vivem na escuridão da caverna. Núcleo Caboclos 

  

Gruta Temimina II :  Belíssima entrada sendo que o paleo caverna possui teto cerca de 30 m de altura e é interrompido por várias clarabóias. O acesso para a galeria principal é possível descendo um desbarrancamento de areia e blocos cerca de 60 m com o auxílio de corda. O rio Temimina corta a gruta e é bastante raso. No trajeto há o ?chuverinho? , estalagmite com base mais larga de onde cai uma forte ducha. Esta água cai sobre uma estalactite, formando uma espécie de banheira. O conjunto se completa com travertinos em volta do chuveiro e um ninho de pérolas.  A continuação da caverna é ricamente ornamentada com travertinos, estalactites, estalagmites e colunas, até onde se chega a uma espécie de clarabóia com cerca de 70 m de altura. O trecho de subida parao salão superior fica portanto, iluminado, onde se destaca a enorme estalagmite denominada ?Elefante?. Núcleo Caboclos. 

   

 
temimina.bmp 

  

Gruta Desmoronada:  Seguindo a trilha que acompanha o ribeirão Pescaria, chega-se ao pórtico da ressurgencia do rio, com aproximadamente 4 m de altura por 7m de largura. A entrada é feita por uma parte seca de 1,5 m de altura, cruzando um pequeno afluente subterrâneo. Chega-se então a um salão de pequena inclinação feito de um enorme banco de areia bastante plano. O rio principal entra alguns metros na gruta e some por entre blocos do desmoronamento interno. Sal profundidade é bem variada e na maior parte do trajeto deve ser vencido a nado aproximadamente 3 m. O restante da grua é um gigantesco salão formado por enormes blocos abatidos cobertos por couve-flores, interligado a um outro ainda maior. Ambos são forrados com espeleotemas raros, com grandes ninhos de pérolas de todos os tipos. Núcleo Caboclos. 

  

Gruta do Monjolinho: o pórtico da entrada não é desprezível em tamanho, mas a área abrigada é iluminada e se dá em declive, formada por grandes blocos que se amontoam no chão. A única parte relativamente plana é com sedimentos está no fundo da entrada. O local é bastante úmido. Para chegar no salão ornamentado é preciso descer com corda devido ao solo escorregadio. Núcleo Caboclos. 

   

 
mojolinho.JPG 

   

   

 
monjolinho1.JPG 
 

 

 

Tags:

Veja Também: Sem artigos relacionados.

Comments (3)    

Floresta

Categoria(s): Solo

Uma área que possui uma grande densidade de árvores é chamada de Floresta.  Portanto, o termo designa o terreno coberto de árvores. Mas, com o avanço da botânica, floresta passou a ser entendida como uma entidade biológica , uma comunidade vegetal que possui história, relações com o clima, solo e outros fatores ambientais, governada por leis  naturais.  

  

Esta comunidade vegetal, caracterizada pela presença de espécies arbóreas e arbustivas, afeta o clima e a perenidade das águas, defende o solo contra a erosão e contribui para a preservação dos demais recursos naturais ligados à flora e à fauna.   

  

 Cerca de 5,1 milhões de quilômetro quadrados de florestas nativas estão no Brasil. Isso significa que várias representações de zonas climáticas e inúmeros biomas estão contidos em nosso território.  

 

  

No Brasil as formações florestais, segundo o IBGE , são constituídas por :
 
    

Florestas Ombrófilas (em que não falta umidade durante o ano) 

  

Floresta Estacionais (em que falta umidade num período do ano) situadas tanto na região amazônica quanto nas áreas extra-amazônicas, mais precisamente na Mata Atlântica.  

  

Na Amazônia, predominam as florestas ombrófilas densas e abertas, com árvores de médio e grande porte, com ocorrência de cipós, bromélias e orquídeas. As florestas extra-amazônicas coincidem com as formações florestais que compõem a Mata Atlântica, onde predominam as florestas estacionais semideciduais (em que 20 a 50 % das árvores perdem as folhas no período seco do ano), e as florestas ombrófilas densas e mistas (com araucária). Em ambos os conjuntos florestais ocorrem, em menor proporção, as florestas estacionais deciduais (em que mais de 50% das árvores perdem folhas no período seco).  

  

 

Floresta Amazônica  - clique aqui                      amazonia.jpg 

  

  

Floresta Atlântica clique aqui                                     mataatlantica.jpg 

 

 

Tags:

Veja Também: Sem artigos relacionados.

Comentários    

Mata Ciliar

Categoria(s): Solo

 
Toda vegetação bem adaptada à abundância de água ocorrente na margem de cursos d?água. Segundo o Código Florestal é obrigatório preservar 30 m de mata para cursos d?água com até 10 m de largura. 

  

As matas ciliares são importantes porque solos com cobertura possui uma capacidade melhor de reter a água de chuva evitando enchentes . Outra importante função da mata ciliar é a estabilidade das margens e barrancos dos cursos d’água.  

  

Assista o vídeo:  

Tags: ,

Veja Também: Sem artigos relacionados.

Comentários    

Página 1 of 3123